Hoje em dia, o tempo é a alma do negócio e a principal ferramenta dos gestores modernos. A sua otimização, aliada aos processos, talvez seja uma das grandes metas das empresas em todas áreas uma vez que líderes mais ágeis podem gerar resultados melhores.

Gestão 3.0

Conceito oriundo da Holanda traz como grande diferença um novo modelo focado em gerenciar o sistema como um todo e não as partes individuais como nos processos anteriores: o líder passa a ter uma visão mais holística do negócio ao invés de enxergar um coletivo de áreas funcionais. A principal estratégia a ser adotada é aumentar os pontos de aderência e colaboração entre funcionários de diferentes áreas.
Para que isso aconteça são necessárias algumas habilidades práticas de um líder:

• Energizar pessoas: valorizar o capital humano por meio de ações que mantenham as pessoas motivadas e criativas para promover um trabalho mais produtivo. Incentivar a autogestão para que todos possam se organizar e tomar algumas decisões importantes sozinhos.

• Empoderamento controlado: dar a liberdade para que o time desenvolva as atividades, desde que todos os integrantes tenham um propósito claro das metas. Por isso é primordial definir os limites e as regras para que haja um engajamento coletivo.

• Condições de trabalho: para que as atividades sejam realizadas da melhor maneira possível pelos colaboradores.

Para tanto, deve-se começar aos poucos promovendo esse modelo mais integrado e esperar um período de transição. A gestão 3.0 é antes de tudo um modelo mental de gestão. Cabe aos líderes e gestores entender que é preciso mudar na forma de gerenciar e ver a equipe como uma grande aliada na otimização de processos.

O futuro da gestão empresarial pode ajudar na criação de um ambiente de trabalho mais inspirador ajudando a manter colaboradores mais engajados, satisfeitos e motivados.

por Mônica Pavan