Trabalho flexível: uma revolução econômica mundial

Segundo estudo realizado pela Regus em 16 países, com foco nas mudanças das práticas de uso dos espaços corporativos, o trabalho flexível ajudará as empresas a reduzir custos e aumentar a produtividade.

Com a adesão ao trabalho flexível serão injetados aproximadamente US$ 10,04 trilhões na economia global até 2030.

O estudo revelou que entre 8% e 13% de todo o emprego será associado a espaços de trabalho flexíveis, na maioria dos países. Isso ajudará novos empreendedores a economizar dinheiro, refletindo positivamente em toda a economia: maior produtividade; menores despesas gerais fixas; e milhões de horas economizadas em deslocamento.

O estudo descobriu que o trabalho flexível não beneficia apenas as economias, mas as pessoas também: trabalhadores remotos afirmaram que amam muito mais seus trabalhos, quando comparados com outros profissionais que trabalham em espaços tradicionais.

O trabalho flexível é uma ferramenta poderosa que tem a capacidade de beneficiar não só as empresas, mas a sociedade como um todo.

Já é certo que o trabalho flexível será essencial nos anos futuros. As empresas devem aproveitar a oportunidade de fazerem parte dessa revolução e incentivarem o quanto antes essa prática de trabalho.

Por Beatriz Beltreschi