A reforma da previdência social está baseada na história de gerações e suas hereditariedades.

A conta é simples se imaginarmos o seguinte histórico como exemplo: nossos bisavós tiveram dez filhos (quando se aposentaram tiveram dez pessoas economicamente ativas contribuindo para a pensão do casal); os nossos avós conceberam cinco filhos (a proporção da contribuição já caiu pela metade); nossos pais geraram três filhos; e nossa geração, de um a dois no máximo. E o pior, estamos vivendo mais e os nossos filhos nem cogitam ter herdeiros.

A conta não fecha e, muito em breve, o Brasil terá mais aposentados do que uma população economicamente ativa produzindo poucos recursos diante do necessário â previdência social. Por isso a reforma da previdência é tão necessária, caso contrário cairemos em um abismo social.

Mas, independente de tudo, temos que nos preocupar com planos de acumulação financeira para nos aposentarmos com conforto e a previdência privada é um dos caminhos segundo especialistas do setor de investimentos.

Esse cenário vale para refletirmos sobre o nosso processo de sucessão. Empresários e líderes de companhias devem estar atentos ao momento certo de suas aposentadorias. Pessoas produtivas e vencedoras merecem buscar novos desafios onde o dinheiro não é tudo!

A sucessão aparece em nossas vidas quando olhamos ao lado e vemos um filho disposto a assumir o que criamos ou um fiel colaborador que nos acompanhou por toda nossa jornada. É preciso saber preparar alguém para esse desafio.

O processo de sucessão deve ser iniciado com alguns anos de antecedência. Às vezes uma pessoa só não reúne todas as capacitações ou qualidades necessárias e agregar competências pode se fazer necessário. O desenvolvimento profissional deve ser aplicado em quem assumirá essa nova jornada. É assim que a sucessão acontece e a perenidade do negócio se eterniza.

Contratar especialistas para planejar essa fase torna todo o processo mais eficiente, acredite!

Por Mônica Pavan